O mito da virgindade é uma construção social que precisa ser rompida
O feminismo é um movimento que luta pela paridade de gênero, já que as mulheres, ainda hoje, vivem em uma veras sexista. Para saber melhor as teses e se aprofundar no movimento, confira a seleção a seguir de 15 livros feministas. Existem sugestões para todos os gostos! Dê uma olhada e se joga!
1. O livro do feminismo
Serei-a leitora
O livro do feminismo é um ótimo início para quem procura compreender melhor o objecto. Ele foi escrito por diversos autores e aborda as principais temáticas feministas, além de apresentar, com perspicuidade, a história do movimento. O livro pode ser considerado um planta, no qual você pode sempre voltar para se lembrar dos marcos históricos e das principais teorias escritas. É uma opção densa e longa, mas bastante completa!
2. O feminismo é para todo mundo
55 páginas
Gloria Jean Watkins atende pelo pseudônimo bell hooks e prefere que levante seja escrito com letras minúsculas, dando destaque à sua teoria e não a seu nome. hooks é uma grande teórica feminista da atualidade e, um de seus livros, O feminismo é para todo mundo, conta com 19 capítulos e aborda temas porquê a instrução, violência, política e mais. Conta com um texto evidente e responde às perguntas: o que é o feminismo e quem deve lutar pelo movimento?
3. Para educar crianças feministas
Vânia Bernardes
Sabe aquele livro curtinho com uma linguagem super fluida? É esse! Escrito pela nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie. O livro é uma versão de uma epístola que a autora escreveu para uma amiga que a questionou sobre porquê produzir sua filha porquê uma feminista. O resultado é um livro de bolso que conta com 15 sugestões para quem procura uma instrução que ligeiro em consideração questões de gênero.
4. O segundo sexo
leitora cretina
Você conhece a clássica frase “Não se nasce mulher, torna-se mulher”? Ela foi escrita por Simone de Beauvoir em 1949 em uma obra bastante extensa, contando com 2 volumes. Porém, O segundo sexo é um livro cultuado até os dias atuais. Beauvoir explicita as forma de vexame machistas e denomina o sexo feminino porquê “o segundo sexo”, uma vez que as mulheres eram vistas porquê inferiores aos homens. A autora faz isso por meio de análises detalhadas de diversos setores da sociedade.
5. O mito da venustidade
Sanka
Naomi Wolf escreveu O mito da venustidade para relatar porquê as imagens de venustidade podem ser usadas para oprimir as mulheres. Para isso, analisou âmbitos porquê a economia, a religião, a sexualidade e a cultura. Durante a leitura, torna-se evidente que a vexame dos corpos femininos é um problema que ultrapassa os limites pessoais e torna-se uma massiva, resultando em uma sociedade ainda mais patriarcal. Essa é uma obra extensa, mas necessária para importantes reflexões.
6. Extraordinárias – mulheres que revolucionaram o Brasil
Mila Ferreira
As autoras Duda Porto de Souza e Aryane Cararo reuniram, neste livro, a história de diversas mulheres brasileiras que viveram em diferentes épocas e podem ser consideradas verdadeiros ícones! É uma obra lindíssima, com ilustrações de diferentes autorias. Esse é um livro perfeito para o público jovem, mas é evidente, todas e todos precisam saber sua história. Saber a luta de mulheres brasileiras que, muitas vezes foram apagadas pela história é um ato de reverência ao movimento que procura valorizá-las.
7. Sobrevivi – posso relatar
marina sulzbach
Por falar em mulheres brasileiras, conheça a história de Maria da Penha, autora do livro Sobrevivi – posso relatar. Sua história foi responsável pela geração da lei número 11.340/2006, mais conhecida porquê “Lei Maria da Penha”, que disciplina sobre a violência doméstica e familiar contra a mulher e traz institutos de proteção a ela. No livro, Penha relata não exclusivamente a violência que sofreu por secção de seu marido, mas também a premência da violência doméstica ser combatida porquê um fenômeno social e político!
8. Eu sou Malala
Karol Garnier
Ainda tratando de autobiografias, é a vez da paquistanesa Malala Yousafzai, que conta porquê foi baleada aos 14 anos pelo Talibã por tutelar a instrução para as meninas. O livro mostra a luta feminista da autora pela independência das mulheres, além de envolver os impactos do terrorismo na região dela. Malala ganhou, em 2020, o prêmio Nobel da Tranquilidade por sua luta pela instrução!
9. Quem tem susto do feminismo preto?
Eliana
O livro tem início a partir da história da autora brasileira Djamila Ribeiro, explorando a temática do racismo no Brasil. Essa é uma leitura precípuo para quem quer entender o feminismo preto pela perspectiva de uma autora que ocupa o lugar de fala da mulher negra brasileira, que sofre uma dupla vexame: de gênero e racial. Com uma escrita atingível e didática, Djamila Ribeiro deu origem à uma obra que todas as mulheres deveriam saber.
10. A princesa salva a si mesma neste livro
Lua
Os poemas escritos por Amanda Lovelace apresentam fragmentos de sua vida, passando pelas diferentes fases. O livro é separado em 4 partes: a princesa, a donzela, a rainha e você. A escrita pretexto uma identificação por tratar de temas caros às mulheres: o autoconhecimento, paixão próprio e os sentimentos que são fruto de tais processos.
11. O papel de parede amarelo
leio, não nego
Charlotte Perkins Gilman escreveu, em 1892, o que veio a se tornar um divulgado clássico feminista. O livro retrata a história de uma mulher com a saúde mental fragilizada, levada pelo marido que visava tratá-la para uma moradia alugada. Lá, a personagem deveria passar seus dias sem fazer zero, nem mesmo ortografar. Em seu quarto, havia um papel de parede amarelo, que se torna cada vez mais importante para ela. Muitos acreditam que levante é um livro de terror, mas também pode ser considerada uma obra feminista que expõe a veras machista em que as mulheres estão inseridas há muitos anos.
12. O raconto da criada
belle
Essa distopia escrita por Margaret Atwood se passa em um horizonte próximo, no qual os Estados Unidos passam a ser um estado teocrático e totalitário, com o nome de Gilead. Nesta república, as mulheres não têm direitos e pertencem ao Estado, sendo divididas em categorias. O livro se passa pela perspectiva de uma dessas mulheres, Offred, cuja função é procriar e dar filhos aos Comandantes e suas esposas. É uma leitura impactante que prende o leitor do início ao término!
13. O poder
Karla Lima
Nesta outra distopia, de autoria de Naomi Alderman, as mulheres ganham um poder: o de eletrocutar pessoas. A partir disso, a ordem social se inverte e a veras passa a ser muito parecida com a atual, com a única diferença de que os homens é quem são oprimidos, exatamente porquê acontece com os corpos femininos na sociedade patriarcal. O livro vai além de um simples romance distópico e discute situações políticas e sociais.
14. Feminismo para os 99%
leitoras do mundo todo
As autoras Cinzia Arruzza, Tithi Bhattacharya e Nancy Fraser articulam a vexame de gênero com outras formas de exploração, porquê racial e econômica. O livro conta com 11 teses acerca do tema e é uma obra precípuo para uma reflexão sobre o feminismo que ultrapassa o limite obrigatório do movimento para uma estudo mais complexa das formas de vexame. O que as autoras buscam é um feminismo que atenda a todas!
15. Mulheres, raça e classe
Leia mulheres Juazeiro
Angela Davis é um grande nome do feminismo. Seu livro Mulheres, raça e classe explora a história do feminismo preto nos Estados Unidos, perpassando por marcos porquê, por exemplo, os movimentos libertador e sufragista sob uma ótica racial. A autora defende um viés interseccional do feminismo, relacionando gênero, raça e classe.
Aproveite as indicações para estudar e se engajar nesse movimento que precisa da união de todas e todos! Para isso, uma boa também é saber escritoras famosas para ler mais produções realizadas por mulheres!
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