Frequência, duração e intensidade do fluxo podem indicar hemorragia menstrual
Anualmente, a visitante ao ginecologista é importante para manter a saúde feminina em dia. É nela que podem ser constatados alguns problemas, uma vez que o pólipo no útero. Para explicar mais sobre esse tema, confira o que disse o doutor Gilberto Nagahama, obstetra, ginecologista e consultor do Programa Parto Seguro do CEJAM – Núcleo de Estudos e Pesquisas “Dr. João Amorim”:
- O que é
- Sintomas
- O que pode fomentar
- Tratamentos
O que é o pólipo no útero
Segundo o doutor Gilberto, “pólipo uterino, também sabido uma vez que pólipo endometrial, envolve pequenas formações originadas de prolongamento irregular de células do endométrio”. O ginecologista comentou que “as causas ainda não foram esclarecidas por completo, mas há uma relação com os hormônios estrogênio e progesterona”. Gilberto também ressaltou que são lesões benignas, com insignificante potencial para malignidade.
5 sintomas mais comuns de pólipo no útero
iStock
O ginecologista citou os principais sintomas associados ao pólipo no útero. Confira quais são:
- Ciclos menstruais irregulares;
- Aumento do fluxo menstrual;
- Infertilidade;
- Cólica menstrual mais intensa;
- Sangramento na relação sexual.
O doutor Gilberto ressalta que estes são, “sem dúvidas, os sintomas mais comuns” e que, portanto, se você está sentindo qualquer desses sintomas, vale à pena marcar uma consulta no seu ginecologista de crédito.
O que o pólipo pode fomentar
O ginecologista comentou brevemente sobre possíveis problemas, complicações e consequências de pólipos não tratados. Alguns são graves, enquanto outros prejudicam unicamente a rotina. São eles:
- Cancro: “A maior complicação direta do pólipo é o risco, mesmo insignificante (1% a 3%), de se estar diante de um cancro e não saber disso. Logo a mensagem que fica é que todos os pólipos devem ser retirados, independente da paciente apresentar sintomas ou não”, explicou.
- Anemia: Segundo Gilberto, “devido ao aumento de fluxo e irregularidade menstrual”.
- Indisposição: “Pode aumentar a falta ao trabalho ou estudos devido à intensa cólica”, Comentou o ginecologista.
- Infertilidade: Gilberto explicou que “pólipos não retirados podem contribuir para a infertilidade, pois dificultam a fixação do embrião no endométrio”.
O doutor ressaltou que “todo pólipo endometrial/uterino precisa ser investigado do ponto de vista histológico, ou melhor, celular.” Continue a leitura para saber mais sobre o tratamento do problema.
Tratamentos para o pólipo no útero
O doutor Gilberto deixou evidente que “não existe um consenso ainda sobre os melhores tratamentos para pólipo endometrial”. No entanto, o mais recomendado e adotado pelos ginecologistas é a histeroscopia para polipectomia (a retirada dos pólipos). Confira mais detalhes:
Histeroscopia para polipectomia
iStock
“A histeroscopia para polipectomia (retirada do pólipo) parece ser o tratamento de escolha, visto que além de retirar a lesão também oferece a possibilidade de calcular o pólipo do ponto de vista celular e descartar as possibilidades de malignidade”, explicou o ginecologista.
Retorno procedente do pólipo
“É muito discutível se os pólipos endometriais podem ser expelidos na mênstruo, porque eles podem ser pequenos e regrediram a ponto de não serem mais visualizados no ultrassom ou realmente poderiam trespassar junto ao teor menstrual. É muito difícil de provar, pois, precisaria que o material pudesse ser analisado em laboratório para sua confirmação, o que geralmente não é feito”, citou Gilberto.
Comitiva ultrassonográfico
Segundo Gilberto, “consiste no controle rotineiro de pólipos menores, que não afetavam a paciente, mas foram identificados em um vistoria de rotina”.
Uma vez que você pode ler, o pólipo no útero precisa ser investigado e retirado, de forma a prevenir a possibilidade de se tornar uma lesão maligna. Agora, aproveite e confira também a material sobre mênstruo rosa.